Se me colocar de cabeça pra baixo, não cai um tostão’,afirma presidente do Paysandu

O Paysandu vive uma crise financeira que atinge o futebol profissional do clube. Segundo o presidente Luiz Omar Pinheiro(Foto), a folha salarial do elenco, que gira em torno de R$ 300 mil, está atrasada há dois meses, e já começa a incomodar parte do grupo. A torcida teme que o problema atrapalhe o desempenho bicolor na Série C do Campeonato Brasileiro. E a coisa não deve mudar.
– Se me colocar de cabeça pra baixo, não cai um tostão. Está cheio de dinheiro meu na Curuzu e não coloco mais nenhum tostão, pois sempre tem uma cambada de vagabundos que fazem críticas e tumultuam o ambiente do clube – disse o mandatário máximo do Papão
Para Luiz Omar, a única saída para o marasmo financeiro do Paysandu é a presença de público nos jogos dentro de casa, começando no próximo domingo, contra o Guarany de Sobral.
– O torcedor tem ficado ausente nos últimos jogos, isso é verdade. Eles têm que saber que a bilheteria é uma das poucas receitas que o Paysandu tem, pois estamos com tudo bloqueado.
Globoesporte-Pará

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