
Punido pelo Tribunal de Justiça Desportiva (TJD/PA) em 365 dias na última quarta-feira, o goleiro Paulo Wanzeler, atualmente no Águia de Marabá, espera pela apreciação do pedido de efeito suspensivo protocolado pelo jurídico de seu ex-clube, o São Francisco. O jogador teria agredido o assistente de arbitragem, Márcio Gleidson, na penúltima rodada do segundo turno do Campeonato Paraense, durante a partida entre o Leão Santareno e o Cametá.
O recurso impetrado pelo advogado Ariel Couto em favor de Paulo Wanzeler será analisado pelo presidente da corte, Gilberto Araújo, que emitirá um parecer em caráter de urgência. Após tal decisão, o goleiro será novamente julgado, dessa vez pelo Pleno do Tribunal. Caso persista a punição, Couto poderá recorrer ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
A pena de Paulo Wanzeler pode ser mantida ou reduzida, ou então ser alterada para o pagamento de cestas básicas e/ou, prestação de serviços comunitários, já que o goleiro tem bons antecedentes disciplinares e nunca havia levado cartão vermelho.
– O jogador se arrependeu, tens bons antecedentes e nunca foi punido com cartão vermelho antes disso. Tudo isso deve contar a favor dele, mas temos que aguardar a decisão do Tribunal. Tem vários desdobramentos que podem acontecer ainda nesse caso – adiantou Ariel.
Integrado ao elenco do Águia, Paulo Wanzeler não escondeu o desejo de ter sua punição revista. O jogador esteve afastado dos treinos nas últimas semanas por conta de uma dengue, mas deve voltar aos trabalhos nesta terça-feira, dia 12, caso sinta melhora física.
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