Depois do sufoco, a afirmação. Neste domingo, o Brasil foi à quadra em Cuiabá disposto a apagar o desempenho da noite anterior. Diante de um rival histórico, quis tornar tudo mais simples. Funcionou. Em 3 sets a 0, parciais 25/17, 25/21 e 28/26, a seleção bateu a Rússia e fechou a quarta semana da Liga das Nações com 100% de aproveitamento. De quebra, contou com o tropeço do Irã diante da França mais cedo para tomar a liderança da tabela.
A matemática diz que ainda existe um resquício de chance de uma tragédia. Mas, para ficar fora da fase final da Liga das Nações, o Brasil precisaria perder todos os seus jogos da próxima etapa. E, ainda assim, teria, também, de perder uma vantagem grande de sets average para ser ultrapassado pela Polônia, atual sexta colocada. Improvável – mas não impossível. Na competição, as cinco melhores seleções se juntam aos Estados Unidos nas finais, em Chicago.
Para garantir de vez a classificação sem ter de gastar o dedo na calculadora, o Brasil precisa de apenas um ponto na próxima etapa, em Brasília. A seleção estreia na quinta semana da Liga na próxima sexta-feira, contra a França, às 20h, com transmissão do SporTV2
Zerado na partida contra a Alemanha, Wallace voltou à forma neste domingo. Contra a Rússia, saiu de quadra como maior pontuador, com 12 pontos. Lucarelli, com 11, veio logo atrás.
Rodízio
Renan Dal Zotto voltou a mudar o time para a partida deste domingo. Reserva contra a Alemanha, Lucarelli voltou ao time titular no lugar de Leal. Lucão também começou jogando na vaga de Isac, ao lado de Maurício Souza no meio de rede.
Tudo igual
O triunfo também iguala o histórico do confronto entre as duas seleções. Em 68 jogos, o Brasil chegou à 34ª vitória contra a Rússia, mesmo número que tem a rival.
Escalações
Brasil: Bruninho, Wallace, Maurício Souza, Lucão, Douglas Souza e Lucarelli. Líberos: Thales e Maique. Entraram: Maurício Borges, Alan e Cachopa.
Rússia: Kovalev, Iakolev, Zemchenok, Voronkov, Podlesnykh e Kurkaev. Líbero: Martynyuk. Entraram:
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