Diante da confirmação do início da Série C para o próximo sábado, o Treze – que não entrou na competição, por causa de uma manobra da CBF – contra-atacou. O clube paraibano conseguiu uma antecipação de tutela na 1ª Vara de Campina Grande (a mesma que expediu a primeira liminar a seu favor) em que o juiz rejeita o pagamento da multa de R$ 2,48 milhões como solução para o caso. E estabelece outras sanções à CBF em caso da não inclusão do Treze na Série C.
O magistrado Falkandre de Souza Queiroz, que assinou o documento conseguido no início da noite desta quinta-feira, determina também que a multa diária destinada à CBF em caso de descumprimento salte para R$ 100 mil e ainda tirou o teto de R$ 2,48 milhões, valor que a CBF enviou à Justiça paraibana antes de anunciar o início da competição. O decisão vai mais além e estipula pagamento de R$ 5 mil/dia ao Treze como forma de compensação aos gastos de manutenção da equipe.
Os outros clubes da Série C também foram alvos. Segundo o documento, quem entrar em campo pela competição a partir de sábado pagará R$ 100 mil/jogo de multa. O quarto ponto é a solicitação de intervenção policial, se necessário.
– A CBF está brincando com o Treze. Não vai existir Série C sem o Treze. Não entendo essa mobilização toda para ajudar um clube que não tem direito a nada, que é o Rio Branco – afirmou ao LANCENET! o presidente do clube paraibano, Fábio Azevêdo.
